"Raramente é bom sinal receber uma ligação logo cedo. Foi o que aconteceu hoje e infelizmente, mais uma vez, a suspeita se confirmou; morreu Armando Nogueira.
Tenho a certeza de que os jornais, TVs, sites vão contar a história desse jornalista em detalhes, o que me deixa à vontade para concentrar no impacto que Armando teve em mim.
Armando me fez uma pessoa melhor, o que assumo ser a melhor influencia que um ser humano pode ter no outro. Armando me apresentou um jeito de ser que me fez repensar o meu jeito de ser.
Como já disse, à parte de ser um dos jornalistas mais influentes do país, Armando foi um poeta completo, pois foi poeta na sua profissão, na maneira de escrever e pautar os assuntos que cobria; mas, ainda mais importante e humano, foi um poeta na vida cotidiana, no lidar com as pessoas. E foi aí que ele me cativou de uma maneira doce permanente, definitiva.
Acompanhamos juntos Roland Garros inúmeras vezes, já que nos últimos anos Armando se apaixonou pelo tênis, um esporte que praticava de uma maneira que, digamos, não o deixava exatamente orgulhoso. Orgulho que sentia como tantos de nós em acompanhar Gustavo Kuerten no seu palco principal.
Em Paris, estávamos juntos todos os dias. Ele ficava sempre no mesmo hotel, o Chateau Frontenac, onde era tratado com carinho e reverencia, a poucas quadras do meu, e fez questão de me apresentar alguns dos melhores e mais charmosos restaurantes da cidade. Era um apaixonado pela boa cozinha e por um bom vinho tinto quando não uma champagne.
Ia Paris como turista do tênis e não como jornalista, apesar de que não deixava sê-lo em nenhum momento ou lugar. Costumava ir à mesa onde eu trabalhava na Quadra Philippe Chatrier e esperar que terminasse meu trabalho para acompanhá-lo in loco a algum jogo.
Com uma candura única, me sugeria uma pauta por uma perspectiva que tanto matava a charada e resolvia minha coluna diária, como me fazia realizar que, por maior fosse a minha boa vontade, o escrever para mim era uma aventura sem o charme, o talento e a visão do gênio. Algo como se Roger Federer viesse ao meu treino e me desse alguma dica na esperança de que aquilo que para ele é uma naturalidade o passasse a ser para mim. Eu interrompia o teclar, olhava na sua direção, ali de pé ao meu lado, quase suplicava por um pouco mais de tempo. Ele, que fora o diretor do Jornal Nacional por tanto tempo, um parâmetro na profissão, com sua humildade me atendia enquanto investia seu tempo em encantar outros profissionais por perto. Mal sabia ele que eu odiava perder qualquer minuto da sua companhia.
Poderia contar inúmeras estórias do Armando; do Armando comigo, do Armando com outros, histórias que ele me contou. Histórias interessantes são o que não faltavam quando ele estava por perto. O homem era capaz de transformar o mais mero fato em algo fascinante.
Ele me concedeu o privilégio de escrever a introdução do meu livro sobre Roland Garros e Gustavo Kuerten. No entanto, como já escrevi, o verdadeiro legado do Armando na minha vida, como tenho a certeza de que na vida das pessoas que com ele conviveram, foi nos mostrar que ser uma pessoa agradável, educada, generosa, era infinitamente mais fascinante e importante do que ser um erudito, uma enciclopédia ambulante, uma referencia na profissão, uma lenda em vida. O poeta da do cotidiano era ainda mais fascinante do que o poeta da escrita.
À parte de tudo que se pode escrever sobre suas conquistas profissionais, Armando Nogueira foi um lorde, um gentleman, um ser humano dos bons, dos que sentimos falta. Eu poderia escrever muito mais sobre ele, mas a internet clama pela destreza, pelo em cima da hora e, além do mais, eu não consigo parar de chorar."(Paulo Cleto)
Na sola do sapato, um classificado, menina santa procura um anjo. mas que merda é essa? Resolvi ligar, oi, quero te conhecer, sou uma santa, deus me enviou. Mais uma cascata? Evangélica maluca? Encontrei-a, parecia ser uma pessoa séria, pensamento rápido, boa de argumentação e o principal: muito, mas muito bonita, parecia uma santa feita por jesus. Eu não era um anjo,comentei com ela que encontrei seu classificado na sola do meu tênis. Ela disse que era um sinal. Insisti que nunca fui um anjo, cometi mais pecados do que fiz boas ações. Durante três anos encontrei aquela mulher, conversávamos bastante, tentei algumas vezes beijá-la, já repeti,não sou um anjo. na última vez que fui até a sua casa, senti uma coisa diferente, parecia estar acontecendo alguma coisa dentro do meu corpo, passei a ouvir mais as pessoas, escutar conversas a quilômetros de distância. Cheguei na sua casa, toquei a campainha, não havia ninguém, a vizinha do lado abriu a porta e disse que o último morador do apartamento 123 mudou-se há mais de 20 anos. Não entendi nada.
Comecei a sentir que algumas asas estavam crescendo nas minhas costas.
Na última terça rolou na Livraria Cultura o lançamento de vários vinis, pode crê, vinil está na moda, ou alguma coisa parecida, sempre achei o som da bolacha bem superior ao cd.
Vários artistas estavam presentes, entre eles: Pitty, Cachorro Grande, Fernanda Takai, Nação Zumbi, Dead Fish e o Mukeka di Rato, que infelizmente nenhum integrante da banda compareceu, um dos responsáveis do evento falou pra mim:"Vou falar para o Mozine(baixista) que veio alguém querendo pegar o autógrafo...(risos)". Justo a banda que eu mais gosto, fazer o quê...
Fiquei na fila para pegar um autógrafo para a Hadil, ela, como fã da Pitty(rs), na verdade, como ela não pode ir, prometi que pegaria algum rabisco de alguém, pois bem, achei um pouco mal organizado, pois a maioria da molecada estava ali para dar um oi para a Pitty, acho que as outras bandas, artistas, se sentiram desprestigiados. Uma hora vi os guris do Cachorro Grande, pensei em falar com eles, pedir uma dedicatória no vinil( por sinal, bonito pra cacete), mas suspeitei que daria para falar depois quando todos estariam nas bancadas, mas não foi bem assim.
No final a Pitty foi bem simpática, estava um tempão dando atenção as pessoas, não deve ser fácil, mostrou interesse em saber de onde era o nome Hadil.
Eu e o Jorge DuPeixe(Nação Zumbi)
Rodrigo do Dead Fish
Oscar Filho do CQC, completamente doidão, fugi dele como o diabo da cruz.
Quarta e quinta, aconteceu no Memorial da América Latina o Seminário Liberdade de Expressão/Direito Á Informação Nas Sociedades Contemporâneas da América Latina.
Muito bacana, muito importante para melhorar um pouco mais a minha formação jornalística.
Coordenado pela Prof.Dra Cremilda Medina(catedrática da USP), o seminário apresentou grandes jornalistas da história do Brasil.
Demétrio Magnoli, Pedro Ortis, o venezuelano Adrián Padilha, Dario Pignotti(argentino,coordena uma agência de notícias italiana aqui em Sampa),José Maria Mayrink(contou sobre a censura ao Estado de S.Paulo),lembrei quando fiz uma das maiores besteiras da minha vida, em um trabalho na faculdade tive a audácia de relatar que a Folha normalmente era contra a censura, ditadura, e o Estadão apoiava, FOI EXATAMENTE O CONTRÁRIO.
Privilégio foi escutar as lindas palavras do Alberto Dines, que assumidade é esse senhor! Logo após terminar de ler um texto de sua autoria, uma moça ao meu lado disse:"Nossa!".
O último a falar foi o jornalista Eugênio Bucci, durante quase duas horas escutamos as palavras dos jornalistas , doutores, á luz de velas, caiu uma chuva na Barra Funda, ficamos sem luz, no exato momento que a energia caiu, alguém soltou:"É a censura", bem na hora das histórias sobre a ditadura, a Ha falou:"deve ser o espírito desses militares", Deus é pai! Tomara que queimem no inferno esses filhos da puta!
Nota 10 ao planejamento, organização do evento, quitutes e acepipes deliciosos!
Vamos receber um certificado também, show!
Obrigado a Hadil por ter me avisado!
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A Samsung tem uma ferramenta interessante, você pode encontrar um palmeirense conhecido no estádio, hein? Veja se vocês me localizam:
EXISTE ALGUMA PALAVRA MAIS FORTE DO QUE AQUELA DOR?
"Oi, por favor você pode assinar essa bandeira? Meu filho foi assassinado..."
Sabe quando você está em outra galáxia, feliz da vida, vendo seu time em ação, e nunca vai imaginar que um cara vai falar e pedir isso para você.
O pai chorava, eu pensando se fosse eu, se fosse o meu filho, talvez eu iria querer que o meu time se fodesse, que todos ali,que aqueles bando de vândalos e retardados mentais sofressem o que eu sofro...
Talvez ele estivesse tão desesperado, tão arrasado, tão destruído, que sua única opção fosse pegar uma bandeira e pedir para os irmãos palmeirenses colocarem seu nomes ali...
Alguns davam risada, tiravam sarro, tão xaropes que nem sabiam o que estava acontecendo
O quão difícil foi para esse pai tomar essa atitude?
Subir aquelas escadas com a bandeira do time do coração do filho, e muito provável a sua, passou esse amor para o filho
Carregava a bandeira como se fosse os braços de seu filho
O Palmeiras poderia perder, poderia ganhar, não importava mais o resultado
Porque não existe uma palavra mais forte , uma palavra adequada, uma palava similar ao que estava sentindo aquele pai...
Depois de uma madrugada tensa, com meu pai no hospital, minha mãe, Diller, Déia, Tia Eliana e Kaká na agonia esperando uma resposta de uma melhora do meu pai, no sábado fui ao Palestra.
Antes disso, queria contar uma história sobre uma louca: A moça estava no pronto-socorro, de saia, com uma cara de vagabunda, fazendo a alegria dos enfermeiros, médicos, não sei o que ela estava fazendo ali, parecia estar bem.
E não é que ela saca uma câmera digital e começa a tirar fotos dela mesmo, é isso que você leu, no hospital, no pronto-socorro a mulher ficou tirando fotos dela mesma.
Bom,voltando: Meu pai melhorou.Na quinta-feira, ganhei uma promoção pelo Twitter, do programa Freestyle(www.programafreestyle.com.br), fui no jogo contra a Ponte Preta na faixa, com o pessoal do programa.
Fábio Bocão e o Mc, grafiteiro, Macário(Oga) do grupo Manada, todos palmeirenses é claro, foram no jogo com esse que vos escreve.
O resultado vocês todos já sabem, o Palmeiras é isso daí, começo uma campanha para não jogar mais no Palestra Itália, só perdemos lá, é melhor repetir os anos 60, quando o verde perdia tanto no Parque, que passou a jogar só no Pacaembú.
Pela primeira vez fiquei do lado da TUP, gostei, ainda mais nessa fase que não concordo com nada do que a Mancha fala e faz.
Boas músicas da torcida uniformizada do Palmeiras. O mais animado era seu presidente, é loko isso.
Uma hora rachei o bico com o Macário, nós estávamos falando da Mancha, aí ele solta:"eu sou freelancer, frila,posso estar as três horas da tarde de boa, mas esses caras da Mancha todo dia estão as 3 horas da tarde na rua fazendo protesto, será que são todos frilas?"
Após o vexame do time alviverde, fomos comer uns espetinhos muito gostosos, perto da casa do Macário, o cara mora ao lado do Palestra.
No final ele nos deu uma carona até a estação Barra-Funda, sem antes nos mostrar suas novas músicas, gostei daquela "Que saudade do Atari!".
Ficou faltando ganhar um cd e uma camiseta(risos),estava na promoção, não estou inventando,fica para uma próxima.
Valeu Fábio e Macário, vocês são gente fina pra caramba! E Marcílio seu praguento!
Até o próximo encontro, e dessa vez com o palpite certo do placar do jogo!
Dois amigos andando distraídos. Avistam duas putas. Eram travestis. E agora o quê fazer? Levam para o quarto. Transam e matam os travecos. Choram. A polícia chega enquadra os meliantes. Dizem ser amigos do Jairzinho e do Ronaldo. O delegado é viado. Na cadeia viram mulherzinhas. Cansam de ser gays e passam a comer mulheres-do sexo feminino. A família acha normal. Sua mãe era lésbica quando jovem.
Poderia ser um filme qualquer de suspense/terror, mas nas mãos do mestre Scorsese é uma verdadeira obra-prima. Um primor de direção, o fime prendeu minha atenção do primeiro minuto ao último.
Leonardo Di Caprio merece o Oscar em 2011, com o passar dos anos o galã das garotas vai amadurecendo e tornando-se um grande ator.
Esses dias eu comentava com meu amigo Guilhermino sobre o filme "O Exorcista", quando assistimos essa película, ficamos assustados, olhando para o lado. Nesse filme "Ilha do Medo" senti quase a mesma coisa, fiquei atordoado, grogue , com o ritmo e o desenrolar da história. Uma curiosidade:o ator Max Von Sydow, participa dos dois filmes citados.
Palmas para Martins Scorsese, fez mais um brilhante filme, entrando na galeria dos meus prediletos do diretor ítalo-americano.
Tenho a leve impressão que tanto o "Brothers" aí de cima como o "O Mensageiro" são bem melhores que o "Guerra ao Terror", mas isso é uma outra história.
No camelô tentando descolar uns dvds, a moça ficou falando:" é ripie..." eu pensando que catzo que é ripie, era algo como "ripa, rip", não tava entendendo nada,
Você merece um busto, você já fez tanta coisa pelo nosso time... você já está na história... é um ídolo eterno.
Mesmo que esses merdas nunca reconheçam , você já está na memória de todos; poucas pessoas no futebol são tão admiradas como você é por todas as torcidas!
Eu já fiquei muito puto com você, mas nesses últimos dias, acho que eu entendi toda a sua dor e todo o seu amor...
Cipullo? Daqui a pouco ninguém vai mais lembrar quem é, é só um filho da puta que não entende nada de futebol e só pensa nos $$$
Filme: Bastardos Inglórios(ninguém vai aguentar o Cameron ganhar mais uma vez)
Diretor: pela primeira vez na história vai ganhar uma mulher:Kathryn Bigelow (Guerra Ao Terror)
Ator: Jeff Bridges(Coração Louco)
Atriz: Sandra Bullock( Um Sonho Possível)
Ator Coadjuvante: Christoph Waltz( Bastardos Inglórios, deve ser a maior barbada do Oscar- atuação inesquecível, mas se ganhasse o Woody Harrelson eu também ficaria contente)
Atriz Coadjuvante: Mo'Nique(Preciosa)
Roteiro Adaptado: Nick Hornby( Educação)
Roteiro Original: O Mensageiro( Alessandro Camon & Oren Moverman)
Filme Estrangeiro( O Segredo Dos Seus Olhos de Juan José Campanella ( Argentina)
O Palmeiras é um time que merece ficar uns 10 anos sem ganhar nada, principalmente depois do que aconteceu o ano passado, é questão de merecimento,saca? Vocês não merecem ganhar mais porcaria nenhuma, o time, a diretoria, aquele técnico são-paulino...
Porque a torcida essa sim precisaria daquele título do brasileiro 2009, O Marcos necessitava daquele título... questão de sobrevivência.
No momento é isso, um time que não engana mais ninguém(pelo menos eu nunca mais vou me iludir), é até melhor ter esse timinho ridículo, assim eu já sei QUE NÃO VÃO GANHAR!
Hoje voltando para casa de ônibus, agora o caminho é bem mais longo, dá pra refletir, ler bastante. Pela primeira vez fui lendo um livro(não que não goste de ler no busão, mas sou adepto de ler mais em casa), começei bem: " A Órbita dos Caracóis" do Reinaldo Moraes, destaco essa parte aqui:"Talvez sinta também uma saudade aguda de si mesmo, com uma alma que se despedisse á beira-tumba de seu próprio corpo extinto".
Apesar de todos os problemas, contas a pagar, e etc, senti uma paz com aquele vento frio rasgando a cara, deu até para dar um sorriso meio de canto de boca.
O ônibus começa vazio, fica lotado, e no ponto que desço só existem uns 3 gatos pingados, aí você ouve o Datena berrando:"assalto no trem, assalto na casa da mãe Joana", é lógico que você fica ressabiado... aqueles três caras entraram , estão com pinta de ladrões( o que será que é ter pinta?...) , Não! Eles estão indo se divertir.
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O filho do David Bowie(Duncan Jones) deve ter escutado muito a "Space Oddity" entre outras do camaleão, para realizar esse filme, interpretação competente e muito difícil de Sam RockWell
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Zooey Deschanel além de ser feia, é atriz , tem uma banda, e esses dias fiquei sabendo que o nome dela foi tirado do livro "Franny e Zooey" do Salinger.
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Michael C. Hall( o Dexter) teve(ou tem) uma doença bem complicada, o engraçado que, quando assisti o Globo de Ouro,vi um cara com um gorro, levando o troféu de melhor ator por série dramática, nem sabia quem era ele, não me ligava no Dexter, tomei um susto lendo a reportagem da "Monet", só aí que juntei as peças e entendi.
É legal saber que a Jennifer Carpenter, a irmã dele no seriado, na vida real é sua mulher.
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"Eu precisaria de alguém que me ouvisse. Mas que me ouvisse sentindo cada palavra como um tiro ou uma facada. Cada palavra e seu significado sangrento"( Ariano Suassuna), epígrafe do "Angu de Sangue", Marcelinho Freire. Lembro quando li a primeira vez: foi no Centro Cultural, eu, Enéias e Pankada. Quanto tempo faz isso? Só agora consegui comprar esse book.
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Esqueci de comentar duas paradas: Quando estive no Itáu Cultural no domingo passado, enquanto esperava o show, fiquei ali na entrada, e pensando que há quase 28 anos eu nascia naquele hospital Santa Catarina, o que isso tem a ver? Sei lá.
Eu estava com uma camiseta do Led Zeppelin, aí o Marcelo Rubens Paiva vira pra mim e diz:"Gostei da camiseta, é minha banda predileta", Porra!
Estive neste domingo no Itáu Cultural para assistir o show da banda Saco de Ratos.
Não, não, na verdade estive lá para ver o Marião Bortolotto.
Nessa semana especial sobre o dramaturgo, desde quarta-feira estive enrolando para colar no lugar.
Cheguei cedo, umas 6 e meia, achei que o Marião iria entrar lá pela frente, mas na realidade ele já estava no Itaú há um tempão, eu acho.
Lá pelas 20h00, o londrinense e o Paulão das Velhas Virgens começaram o bate-papo sobre música.
Depois do Ceccato encher bem o saco, o Marião mandou:"Não quero saber a sua opinião,vamos começar o show!".
Puta que pariu, quando começou a primeira música, "Blues", que vai estar no próximo livro de poesias do Bortolotto(assim ele me disse após o show), foi espetacular ver o brother cantando de novo, não vou negar que fiquei emocionado pra caralho.
O show foi o melhor que eu vi do Saco de Ratos, e ainda teve participações da velha trupe(gangue) do Mário.
Não consigo falar muita coisa para o Marião pessoalmente, sou tímido pra cacete, e normalmente perto dos meus ídolos eu sou mais ainda.
Consegui fazer o que eu mais queria, tirar uma foto com o meu amigo.
Ainda depois peguei o cd da banda(muito obrigado, Ademir), estou escutando neste exato momento, genial!